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Projeto JDDJ Station
 
vitorsl
http://www1.folha.uol.com.br/folha/...t90u44776.shtml

Projeto vai trazer grandes nomes de trance e house para o Brasil

THIAGO NEY
da Folha de S.Paulo


Já completamente absorvida e destrinchada pelo mercado brasileiro, a música eletrônica torna-se novamente veículo para o marketing empresarial. E o público "elitizado" é o alvo.

Como estratégia para associar seu nome a consumidores de alto poder aquisitivo, a marca de bourbon Jack Daniel's anuncia o projeto JDDJ Station, em que trará ao Estado de São Paulo 11 DJs internacionais para apresentações durante todo o ano.

Os nomes são importantes: o japonês Satoshi Tomiie, os britânicos John Digweed e Dave Angel, os norte-americanos Miguel Migs e Kevin Yost, a italiana Misstress Barbara, o holandês Junkie XL...

Irão tocar em quatro clubes paulistanos (Lov.e, Manga Rosa, Na Mata Café e Disco) e em um do litoral (Sirena, em Maresias). O projeto, dizem os organizadores, tenta se diferenciar das dezenas de outros que se associam à música eletrônica pela constância.

"Nosso evento não é isolado, vai ocorrer durante todo o ano; há um calendário. Não é um projeto modista. Os DJs vão tocar nos melhores clubes de São Paulo. O que estamos tentando é sair desse lugar comum", afirma Régis Pina, diretor comercial da Aurora, distribuidora da Jack Daniel's no Brasil. "Os outros projetos são efêmeros", diz Rodrigo Rivellino, proprietário da agência de marketing Aktuell, que realiza o evento.

A escolha dos clubes foi feita, segundo os organizadores, de acordo com a capacidade de "identificação com a marca". São casas freqüentadas por público acostumado a não economizar para assistir a seus DJs prediletos. A elitização, afirmam, é inevitável.

"Nossa marca é importada e consumida principalmente em clubes com esse perfil. Conseqüentemente, torna-se segmentado", diz Pina. "E os custos desses DJs são altos", afirma Rivellino.

Com exceção da data de Satoshi Tomiie (próximo dia 10, no Sirena; de R$ 15 a R$ 40), todas as outras ainda não têm preço de entrada definido. O valor, segundo Pina, será estipulado pelos clubes.

"O projeto será realizado por cinco anos. A música eletrônica hoje é um elemento atual, faz parte da cena cotidiana da cidade", diz o executivo.

O processo de escolha dos DJs foi realizado em parceria com os cinco clubes. Dos 11 nomes, dois nunca vieram ao Brasil: os houseiros Miguel Migs e Kevin Yost. A house está (bem) representada ainda por Tommie, Dimitri from Paris e Junkie XL.

Misstress Barbara, Fabio e Dave Angel e Ferry Corsten são outros nomes que costumam atrair bom público quando tocam.
AmF
tudo que apoie a cena eletronica eu acho valido...

Só nao concordo q é algo que consequentimente tem que ser elitizado...
mas enfim..

n vai fazer mta diferença pra mim pq infelizmente por aqui o pessoal n investe mto nisso..

mas apesar dos pesares pernambuco esta se destacando na cena eletronica.. e varios produtores ja tao pegando pesado nisso..
Varios patrocinadores ja viram q podem e DEVEM investir pq é retorno garantido..
Psychonoise
nossa loko...acho q vou ver amanha o satoshi tomiie

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